DELIVERY – VEIO PARA FICAR

DELIVERY – VEIO PARA FICAR

08/07/2020 0 Por Divino Leitão

DELIVERY

O termo quer dizer apenas entregar. Você produz algo, pode ser um alimento, um produto, um serviço e leva na casa do seu comprador. Um ciclo completo, sem intermediários.

Pode ser aplicado a praticamente tudo, são raros os produtos que não podem ser entregues por este processo, que liga fabricante e consumidor por um sistema que — quase sempre — envolve a internet e tecnologia.

Não se trata de fazer apenas um sanduiche ou fabricar um óculos e entregar ao comprador. O sistema de delivery envolve uma certa complexidade, porque envolve publicidade, atendimento, fabricar ou criar algo, logística para estocar e entregar e finalmente um cliente satisfeito na outra ponta… porque se ele não estiver satisfeito o processo de retorno do produto é ainda mais complexo que a saída e envolve adicionar advogados ou perder dinheiro.. que no final é a mesma coisa. Envolve também perder credibilidade no mercado e isso é o pior que se pode perder.

Para alguém que perdeu seu emprego e resolveu fazer pastéis para vender pode soar bem complexo, até porque é… fazer pastel é fácil de aprender, aprender a vender pastel, entregar e manter a fidelidade do cliente é outra história.

A história é bem longa e eu a conto nos parágrafos a seguir, você pode escolher ler se tiver a mesma curiosidade que eu, mas se está apenas querendo saber como usar este “treco” de delivery na sua pastelaria, padaria, tabacaria ou qualquer outro negócio, então é melhor marcar uma conversa comigo.

É sem compromisso, apenas clique na imagem e escolha um método de contato que te atendo o mais rápido possível.

Mas se quiser entender porque tenho competência para fazer isso então precisa ler o que adicionei a este tópico, aviso que será uma longa história, mas veja…

Se não está com tempo, pode ler depois, neste caso, apenas pule para o último item deste texto.

PORQUE POSSO TE AJUDAR

Antes de 2020, quem tinha um restaurante, pastelaria, hamburgueria ou mesmo um super mercado, loja de 1.99, brechó, centro automotivo, loja em shopping e etc. Caso fosse consultado sobre o termo delivery, provavelmente nem iria dar atenção, estava muito bem com sua empresa física e provavelmente não ia se interessar.

Sei disso perfeitamente, fiz pessoalmente propostas sobre isso e sempre recebi um não como resposta, seja para pequenas ou grandes empresas.

Nem todas recusaram, em 1995, quando a Internet era ainda uma novidade no pais, o dono de um pequeno mercado de produtos importados me pediu para montar um sistema de delivery e provavelmente foi o primeiro mercado do Brasil a ter este tipo de opção, usando a Internet. Não fui eu quem fez o sistema, era algo grande e complexo para mim e repassei para uma empresa maior.

Pouco depois um amigo veio com uma proposta e ajudei-o a criar um sistema similar ao do iFood, 15 anos antes de alguém pensar no iFood e sei disso porque vi o iFood nascer, por volta de 2011. Este eu mesmo criei e se chamava “Levo Ai”. Tinha uma proposta interessante, porque atendia apenas ao cliente. Se quisesse comida em um restaurante que não tivesse sistema de entrega, nosso funcionário ia até o restaurante, fazia o pedido lá e mandava embalar para viagem, depois entregava na casa do cliente e isso funcionou por um tempo, mas era limitado a Niterói, onde testamos o sistema, depois tentamos estender ao Rio, mas o tamanho da cidade e falta de estruturas de comunicação eficientes tornaram o serviço inviável, funcionaria perfeitamente em cidades menores, mas criar uma franquia neste formato, naquela época não funcionou muito bem.

Também fui criador do primeiro sistema de serviços da Internet brasileira, o “Consultores Associados”. O CA funcionou muito bem e reunia profissionais com especialização em várias atividades, tudo reunido em um único site, com consultores espalhados pelo mundo. Quando não pude mais me dedicar ao negócio, devido a precisar mudar de cidade, para poder criar melhor minha filha. Mas alguns amigos assumiram o site e depois nem sei porque foi desativado, porque alguns dos parceiros daquela época ainda trabalham comigo, mesmo sem existir o site.

Também criei o primeiro site de relacionamentos do Brasil, repassado igualmente a terceiros e iniciei o projeto de uma agência virtual de modelos, que não chegou a ser finalizado, também devido a mudança de cidade.

Na nova cidade, Ribeirão Preto, Sp, dei início a um projeto de aluguel de imóveis pela Internet, mas o projeto foi abortado pela presidência corrupta de uma associação de corretores, chegaram a me ameaçar de processo se colocasse o site no ar. Mal sabiam que seus esquemas não iam durar de qualquer forma e que a Internet ia revolucionar este tipo de negócio.

Um pouco mais tarde o mesmo aconteceu quando alguns tabeliões decidiram me tomar o primeiro site a oferecer serviços de cartório do Brasil, fui eu quem registrou o cartorio.com.br e por alguns anos foi um sucesso, atendendo não só aos brasileiros como também aos “brazucas” que são brasileiros que residem em outros países. Por uma época me dediquei exclusivamente a este trabalho,  que me consumia todo o tempo. Como não conseguiram me convencer a vender o site e o domínio, deram um jeito canalha de me tirar do negócio.

Mas porque estou contando isso… deve estar se perguntando o gentil leitor que veio até aqui.

Então… uso Internet desde antes da mesma chegar ao Brasil, estive presente nos primórdios da Internet, ainda em 1992, quando pela primeira vez foi utilizada no Brasil, na Eco 92 e trabalhava com os pioneiros que a implantaram no Brasil em 1995, especialmente o Inside e a Mandic, que foram quem de fato disponibilizaram a Internet publica e não a IBM, ou Embratel, como consta em muitas histórias mal contadas, eles também estavam lá, mas se dependesse destas empresas a Internet provavelmente ainda seria privilégio de uns poucos.

E como se pode observar nos itens que destaquei — já que fiz muitos outros trabalhos também — são todos trabalhos associados a delivery, em várias áreas, sendo que em algumas me adiantei cerca de uns 20 anos e a única que não pensei foi o Uber, todas as outras eu sabia em 1995 que iam revolucionar os negócios.

Porém nos 25 anos que antecederam a COVID 19, era difícil convencer pessoas acostumadas a prática tradicional de comércio a ir para o e-commerce, mesmo na área de educação, com as maiores mentes do mundo afirmando que o EAD era o futuro da educação, mas parecia um futuro muito distante, sendo que o EAD existe desde muito antes de alguém pensar no primeiro computador. Quando eu era criança, já estudava por EAD, só não tinha a Internet.

Não foi por acaso que em 1999 também fui pioneiro em um curso totalmente por EAD, utilizando a Internet, sem suporte de programas especializados, tendo que criar todas as ferramentas necessárias.

Por ironia, somente uma pandemia mundial foi capaz de apressar este “futuro” que nunca chegava e em apenas um ano tanto o EAD quanto o E-Commerce se tornaram prioridade para todos que teimavam em fingir que não existiam.

E quando terminar este terror todo, me parece que aqueles que aprenderam o valor destes recursos não irão abandona-los, quando os restaurantes e escolas voltarem a funcionar normalmente certamente vão considerar usar as duas opções, até porque já entenderam as vantagens.

EU E ESTAS OPÇÕES

Como pioneiro e já cansado de ouvir negativas, abandonei estas áreas, meu último trabalho importante em termos de levar serviços ou mercadorias pela Internet foi em 2001, quando fiz um site para a Secretária de Trabalho do Estado do Rio de Janeiro, a pedido do Secretário de Trabalho, que era um ex-aluno meu na área de videoprodução. Ele passou dois anos tentando fazer o site e depois de ser enganado por uma fila de pilantras me procurou e fiz o trabalho em dois meses, com apenas dois funcionários — na verdade só um — já que um deles era uma designer que mais atrapalhava do que ajudava e que entrou de licença com uma história que prefiro nem contar, vergonhosa. Já o outro, um especialista em bancos de dados, foi primordial para o trabalho funcionar e por 6 meses o Rio de Janeiro teve o melhor serviço de busca de colocações e treinamentos profissionais do Brasil.

6 meses apenas… porque quando o — então governador — Garotinho deixou o cargo para tentar ser presidente da república assumiu como governadora a Benedita da Silva e conseguiu bater um recorde, levou apenas um dia para acabar com toda a estrutura do governo anterior. Inclusive o site. Não liguei para perder o cargo, na verdade já tinha pedido para sair antes mesmo dela assumir, pois meu trabalho tinha sido feito e eu não me interessa em ser assessor especial do governo. Mas quando vi todo aquele trabalho ser jogado fora, tive a consciência de quanto um político mal intencionado tem capacidade de destruir.

Depois disso desisti mesmo, fui trabalhar em áreas diferentes, daí ter feito curso de TST, mas só quando terminei percebi que estava velho demais para exercer o cargo, só poderia dar consultoria e consultoria sem experiência prática não combina comigo.

Não tinha ainda desistido do EAD, tanto que fui fazer pedagogia, para poder ter independência em meus projetos, tive uma má experiência muito desgastante com uma profissional de pedagogia, cheia de títulos, mas com zero de honestidade, ainda lá naquele primeiro curso de EAD, que fiz em 1999, junto com outros 15 especialistas e infelizmente a única especialidade que falhou foi justamente esta, então fui lá e fiz a faculdade, já com mais de 50 anos e claro… fiz por EAD.

Nas universidades o EAD ia de vento em popa no país, mas para atuar com universidades eu teria que fazer mais cursos, não se atua nestes lugares sem doutorado e outros ados e a experiência com dois cursos longos, mais muitos anos de estrada me puxando o tapete me fez pensar que precisava algo mais imediato.

Tinha ainda um projeto bem pessoal, algo que a convivência com minha filha, PCD, tinha me feito olhar para este segmento. Queria um EAD de preparação profissional para estas pessoas, mas cai na armadilha — diiii noooovoooo— de acreditar em políticos e deu o que eu já devia saber que daria. Promessas não cumpridas, eles não estão interessados em fazer, se intere4ssam por projetos, captam as verbas e depois simplesmente não fazem. Desta vez envolveu o governo de São Paulo e nem lembro quem era governador na época, mas não tratei com ele, tratei com algum ASPONE, que fez várias promessas, envolveu o SENAI e depois simplesmente sumiu e me deixou sem nada.

Mesmo assim insisti e fui buscar financiamento nas empresas particulares e o projeto finalmente ia sair.

Paralelamente comecei a trabalhar em algo que eu já dominava bem, video e fotografia, mas não vídeo e fotografia comum e sim em 360°, aquele tipo de fotografia que todo mundo pensa que só o Google consegue fazer, no fabuloso e original Street View, mas na verdade qualquer um — com disposição — também consegue e assim me tornei fotógrafo de confiança do Google. Vou aonde o carro do Street View não consegue entrar.

Meus trabalhos estão nas imagens logo abaixo.. são muitos e sozinho já tenho mais de 6 milhões de visualizações destes trabalhos. Pena que não ganho um centavo por visualização, ou estaria rico.

Fiz isso entre 2016 e 2018, quando um problema decorrentes da diabetes me levou a perna direita.

Calma, não precisa se sentir mal, pode ser que isso afete algumas pessoas de forma negativa, mas para mim não foi bem assim. Foi mais uma escolha entre morrer ou viver e nem todos tem esta opção.

Só que fotografar em 360° requer uma certa agilidade que perdi. Claro que fiz mais trabalhos, ainda em cadeira de rodas e quando viesse a prótese poderia fazer muitos mais, só que aí veio algo ainda pior, a tal pandemia, que não vai embora.

O curioso é que quando estava pensando em atender aos PCD com meu curso por EAD eu não entendia uma coisa, a maioria dos que mais precisavam disso não tinham muito interesse em fazer o curso, estavam satisfeitos com um salário mínimo que o governo pagava e cheguei a pensar mal deles… porque se contentavam com tão pouco?

E então descobri que não era por se “contentarem” mas devido ao fato que se aceitarem o auxilio do governo simplesmente não podem trabalhar. Eu mesmo fui atrás deste “auxilio” que inclusive nunca consegui receber, mas se durar até lá, me aposento em 2022 e como não é o auxílio, mas uma aposentadoria eu posso continuar a trabalhar.

Estou buscando uma forma de contornar isso… não para mim, porque não estou nesta triste situação, mas para que as pessoas que estão possam continuar a receber o auxílio e também trabalhar, considero uma tremenda sacanagem estas coisas.

Nas eleições de 2018 votei na Senadora Mara Gabrilli e também fiz campanha para ela, sem qualquer compromisso, apenas li seu histórico e achei que por também ser PCD, ela poderia ajudar nesta parte, mas para minha tristeza descobri que tão logo conseguiu o cargo, passou a se preocupar apenas com seu próprio umbigo. Ficará 6 anos no cargo, receberá uma gorda aposentadoria e vai cuidar da própria vida, isso se não tentar mais 6 anos, mas desta vez não contará com meu voto e farei campanha contra ela e não a favor.

O fato é que só podemos contar com os próprios recursos, conquistar algumas coisas e só então tentar ajudar alguém… o contrário não funciona.

 

 

FINALIZANDO

Então você que está aí, com seu negócio funcionando, assoberbado de vendas — tomara — e sem tempo para mais nada, saiba que há quem possa te ajudar com tudo isso.

E quando digo TUDO é quase tudo mesmo, só não vou te ajudar a preparar o seu produto, até porque sou curioso mas seria demais. Mas sei como divulgar seu produto sem precisar gastar muito, seja dinheiro ou tempo. Sei quais aplicativos ou programas poderá usar para não se atrapalhar com o gerenciamento das entregas, de entregadores e principalmente a lidar com eventuais problemas que certamente vão surgir.

Se estiver com alguns funcionários, posso te ajudar a treina-los, com aulas por EAD que eles vão acompanhar até mesmo por celular e serão práticas, nada de teoria de perder tempo, eles precisam aprender fazendo e tenho muita experiência nisso, seja pela minha formação de TST ou pela experiência com diversas empresas nas quais já fiz este tipo de treinamento, empresas de grande porte, que atualmente preferem pessoas mais jovens para fazer isso, não que na época fosse diferente, mas na época eu era esse tal de jovem.

Então volto a fazer o convite e se já leu toda a história que contei ai então creio que sabe porque posso te ajudar de fato.

Então apenas entre em contato e vamos ver que podemos fazer para nos ajudar.